sábado, 9 de abril de 2011
entenda o lhc
Os cientistas estão comemorando tanto , nesta terça-feira (30), porque pela primeira vez foi possível realizar em laboratório colisões de partículas a uma energia recorde (7 TeV, ou 7 trilhões de eletronvolts). Elas criam “Big Bangs em miniatura”, produzindo dados que milhares de cientistas passarão anos e anos analisando.
Acelerar prótons a 7 trilhões de eletronvolts significa que eles correm a 99,99% a velocidade da luz ou 11 mil voltas por segundo no megatúnel de 27 km.
Sem exagero, a data de fato marca o início de uma nova era da física moderna. Entenda como funciona o LHC (da sigla em inglês para grande colisor de hádrons):
Acelerar prótons a 7 trilhões de eletronvolts significa que eles correm a 99,99% a velocidade da luz ou 11 mil voltas por segundo no megatúnel de 27 km.
Sem exagero, a data de fato marca o início de uma nova era da física moderna. Entenda como funciona o LHC (da sigla em inglês para grande colisor de hádrons):
lhc ficará fechado por um ano
O acelerador de partículas LHC deverá ser desligado no final de 2011 por até um ano, para uma revisão em seu design. A informação foi divulgada nesta quarta-feira por Steve Myers, diretor da Organização Europeia de Pesquisa Nuclear, durante entrevista à rede britânica BBC.
Localizada no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em inglês), na fronteira franco-suíça, o LHC é a maior aceleredaor de partículas do mundo, com 27 quilômetros de extensão. Ele foi projetado para enviar feixes de prótons em direções opostas, a uma velocidade próxima à da luz. O objetivo final é conseguir colisões a 14 trilhões de elétron-volts (TeV), recriando as condições existentes momentos após o Big Bang.
De acordo com Myers, a necessidade de revisão deverá atrasar em dois anos a meta prevista de colisões em potencial máximo. Apesar disso, até o fim deste mês a máquina deverá alcançar um recorde mundial de 7 TeV e experimentos a essa velocidade serão realizados até o fim de 2011, quando tudo será desligado para a revisão.
Problemas - Esta não é a primeira vez que o LHC será desligado. A máquina foi reiniciada recentemente depois de uma interrupção técnica no Natal. Na época, uma tonelada de hélio vazou no túnel, resultando no aquecimento dos imãs – um incidente conhecido como "quenches". Apesar dos acidentes, Myers garante que não há erros graves no projeto da máquina.
Durante o anúncio do desligamento, Myers afirmou que, com mais recursos, gente e qualidade de controle, possivelmente essas falhas poderiam ser evitadas, mas que ele tem "dificuldades em pensar que essa situação foi causada pro algum erro de design". O diretor ainda defende que a complexidade do LHC é muito grande, e que as pessoas raramente comentam sobre os milhares de experimentos bem-sucedidos.
Localizada no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em inglês), na fronteira franco-suíça, o LHC é a maior aceleredaor de partículas do mundo, com 27 quilômetros de extensão. Ele foi projetado para enviar feixes de prótons em direções opostas, a uma velocidade próxima à da luz. O objetivo final é conseguir colisões a 14 trilhões de elétron-volts (TeV), recriando as condições existentes momentos após o Big Bang.
De acordo com Myers, a necessidade de revisão deverá atrasar em dois anos a meta prevista de colisões em potencial máximo. Apesar disso, até o fim deste mês a máquina deverá alcançar um recorde mundial de 7 TeV e experimentos a essa velocidade serão realizados até o fim de 2011, quando tudo será desligado para a revisão.
Problemas - Esta não é a primeira vez que o LHC será desligado. A máquina foi reiniciada recentemente depois de uma interrupção técnica no Natal. Na época, uma tonelada de hélio vazou no túnel, resultando no aquecimento dos imãs – um incidente conhecido como "quenches". Apesar dos acidentes, Myers garante que não há erros graves no projeto da máquina.
Durante o anúncio do desligamento, Myers afirmou que, com mais recursos, gente e qualidade de controle, possivelmente essas falhas poderiam ser evitadas, mas que ele tem "dificuldades em pensar que essa situação foi causada pro algum erro de design". O diretor ainda defende que a complexidade do LHC é muito grande, e que as pessoas raramente comentam sobre os milhares de experimentos bem-sucedidos.
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